Sinceramente, nunca parei para refletir sobre os pêlos faciais. Em termos de imaginário, os “barbudos” sempre nos rondam desde muito cedo através de representações mais pueris como na imagem de Papai Noel ou na emblemática figura de Cristo. E então, nos recordamos de algum avô “envolto” numa terna barba branquinha, tão fofa que parece de algodão como as crianças costumam dizer. No entanto, conheci um livro português raríssimo, “A Barba em Portugal”, de J. Leite de Vasconcelos, edição de 1925, que me fez adentrar no maravilhoso mundo – por mim desconhecido – da história do uso da barba
A princípio, o legado pictórico de Albert Eckhout desencadeia duas vigorosas proposições: uma, de que a imagem incidial é proposta pela observação participante do artista em seu meio no qual se encontrava, ou seja, pela racionalidade em estabelecer uma forma para a sua visão de mundo. A outra, se volta para a idealização produzida pelo ato de criação, no qual se obtém a intencionalidade do olhar, a construção de uma imagem-conceito que se configura a partir dos nativos brasileiros